Entre ser chamado de fujão ou passar vexame na ONU, Bolsonaro escolheu a segunda opção

Jair Bolsonaro fez em 24/09, na Assembléia Geral da ONU, um discurso cheio de mentiras, preconceitos e recheado com fundamentalismo religioso; de tal forma, que expôs ao mundo que o Brasil é uma republiqueta de bananas dirigido por um doente que sofre de insanidade mental!

O presidente Jair Bolsonaro. ALAN SANTOS/PRESIDÊNCIA PLANALTO

Na ONU, Bolsonaro  fez  o que ele mais sabe fazer …mentir! É o “fake news” em pessoa. Ele utilizou uma instância global com se estivesse falando numa campanha eleitoral de bairro para os restantes de seus seguidores que já não são muitos.

O professor Paulo Velasco da UERJ fez o seguinte comentário para o Sputnik:

“Bolsonaro começou fazendo um discurso que mais parecia saído de um período de Guerra Fria, com referências o tempo todo aos riscos do socialismo no Brasil, algo que pareceu um pouco fora de tom quando consideramos o que é a realidade contemporânea, um mundo claramente pós-Guerra Fria onde as questões não se resolvem mais nesse embate entre capitalismo e socialismo”, afirma o professor da UERJ à Sputnik Brasil.

Velasco também ressalta que Bolsonaro tem uma “visão muito infantil e simplista, para não dizer extremamente deturpada” sobre a realidade e mostrou seu “despreparo” ao apresentar sua interpretação “bastante retorcida” dos fatos ao chegar perto de trabalhar com um “um plano de teorias conspiratórias”.

O El País acusa Bolsonaro de fazer discurso com dados falsos e imprecisos, um modo mais ameno de dizer que ele é um mentiroso:

O discurso mistura alguns trechos acurados, com outros falsos e imprecisões históricas.

Bolsonaro só faltou falar do “Kit Gay” e fazer “arminha” para encerrar o seu discurso!

Compartilhar:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

10 − sete =