Explosivos derrubaram o WTC e não o impacto de aviões, afirma estudo

A resolução declara que os Board of Fire Commissioners do distrito “apoiam plenamente um abrangente grande júri federal de investigação e acusação de todo o crime relativo aos ataques do 11 de Setembro

Colapso do WTC7

Pela primeira vez desde sempre, um organismo eleito nos Estados Unidos declara que está “para além de qualquer dúvida” que explosivos, não impactos de aviões e incêndios isolados, destruíram as três torres do World Trade Center em 11 de setembro de 2001.

Comissários do Distrito de Bombeiros (Fire District) da Franklin Square e de Munson, localizados próximos de Queens, Nova York, aprovaram por unanimidade uma resolução histórica em 24 de julho de 2019 que clama por uma nova investigação a todos os aspectos do 11 Setembro e que menciona “evidência esmagadora” de que foram plantados explosivos em todas as três torres antes do 11/Set. A resolução declara que os Board of Fire Commissioners do distrito “apoiam plenamente um abrangente grande júri federal de investigação e acusação de todo o crime relativo aos ataques do 11 de Setembro…”

– Foi um assassinato em massa – disse o comissário Christopher Gioia numa entrevista. “Três mil pessoas foram assassinadas a sangue frio”. Gioia, que escreveu e apresentou a resolução, diz que o número de mortos no seu departamento devido aos eventos daquele dia foi devastador. Os membros Thomas J. Hetzel e Robert Evans morreram no Piso Zero no 11/Set. Outros, incluindo os comissários Philip Malloy e Joseph Torregrossa, ficaram doentes devido à exposição ao ar tóxico durante operações de resgate e recuperação.

– Nós não deixamos nossos irmãos para trás – disse Gioia. “Não vamos esquecê-los. Eles merecem justiça e vamos fazer com que a justiça seja feita”.

A investigação

Desde que um amigo o alertou vários anos atrás para o colapso aparentemente inexplicável do Edifício 7, Gioia tem dedicado sua paixão e tempo à investigação do assunto. Ele descobriu que apesar de serem apenas fogos pequenos e isolados só nuns poucos pisos, o edifício de 47 andares veio abaixo simetricamente, dentro do seu próprio terreno, em apenas menos de sete segundos no 11/Set.

A investigação oficial do colapso foi conduzido pelo National Institute of Standards and Technology (NIST), uma agência tutelada pelo Departamento do Comércio dos EUA, o qual de algum modo concluiu que incêndios normais de escritório foram responsáveis pela falência da estrutura. Mas as descobertas de investigadores independentes do 11/Set a trabalharem com Architects & Engineers for 9/11 Truth (AE911Truth) posteriormente forçaram o NIST a admitir que o edifício veio abaixo numa queda livre durante pelo menos um terço da sua queda de sete segundos. Isto é algo que só podia acontecer se todas as colunas de suporte falhassem virtualmente em simultaneidade. Apesar desta admissão, o NIST apegou-se à sua conclusão original.

Gioia decidiu entrar em acção quando soube que o Comité de Juristas para Inquérito ao 11/Set (Lawyers’ Committee for 9/11 Inquiry) havia submetido a Geoffrey Berman, o Promotor para o Distrito Sul de Nova York, uma petição contendo evidência poderosa que contradiz a narrativa oficial do 11/Set. Berman concordou em cumprir a lei que dele requeria arrolar membro de um grande júri especial para examinar esta evidência. Embora ainda não o tenha cumprido, o Comité de Juristas continua a pressionar.

Estudo de universidade confirma que incêndios não foram a causa.

Famílias vítimas

A resolução do distrito de bombeiros não é o único desenvolvimento dramático na frente do 11 Setembro nos últimos dias e semanas. Em março, um processo conjunto federal foi lançado contra o FBI pela AE911Truth, pelo Comité de Juristas e por membros de famílias vítimas do 11/Set. Ele sustenta que a agência falhou em desempenhar uma avaliação obrigatória do Congresso quanto à evidência conhecida do 11/Set que não fora considerada pela Comissão do 11/Set.

E talvez o mais poderoso passo em frente tenha sido dado em 3 de Setembro com a desde há muito aguardada divulgação do importante Estudo do Edifício 7, Uma reavaliação estrutural do colapso do World Trade Center 7 ( Building 7 Study – A Structural Reevaluation of the Collapse of World Trade Center 7 ) pela Universidade do Alasca Fairbanks (UAF). O estudo de quatro anos, dirigido pelo Dr. Leroy Hulsey, Ph.D., e dois outros investigadores, é uma “análise de elementos finitos” que utiliza modelação por computador baseada nas plantas originais dos edifícios. Sua finalidade é determinar se a explicação oficial para a destruição do Edifício 7 se mantém de pé. Não se mantém.O sumário executivo do estudo declara: “… incêndios não podiam ter causado enfraquecimento ou deslocamento de membros estruturais capazes de iniciar quaisquer das hipotéticas falhas locais que se alega terem disparado o colapso total do edifício, nem podiam quaisquer falhas locais, mesmo se tivesse ocorrido, ter disparado uma sequência de falhas que teriam resultado no colapso total observado”.

Isto leva Hulsey e seus colegas a dizer: “É nossa conclusão, com base nestas descobertas, que o colapso do WTC 7 foi uma falha global envolvendo a falha quase simultânea de todas as colunas do edifício e não um colapso progressivo envolvendo falhas sequenciais de colunas através do edifício”.

A minuta do estudo de Hulsey foi divulgada em Fairbanks, Alasca, e em Berkeley, Califórnia. Comentários acerca da minuta foram recebidos até 15 de Novembro. A versão final será divulgada no princípio de 2020.

Este é o mais recente movimento para divulgar a verdade acerca do 11/Set a um público muito mais vasto e obter justiça tanto para os que morreram naquele dia como para os que morreram nas guerras subsequente que foram lançadas utilizando o 11/Set como justificativa.

– Eu diria a quem neste país acredita que é hora de se posicionar; que não se pode deixar isto passe em branco – diz Gioia. “Porque se eles matam 3 mil pessoas, o que não farão a seguir?”

Fonte: Pátria Latina

 

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