Os principais países da UE agora querem alcançar não a “derrota da Rússia”, mas acordo de paz

Alemanha, Itália e França começaram a reconsiderar sua posição sobre a Ucrânia em favor do fim das hostilidades o mais rápido possível, escreveu o comentarista de política externa Daniel Depetris em um artigo para a revista Newsweek.

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Segundo ele, antes Berlim, Roma e Paris, juntamente com os EUA, Reino Unido, Polônia e os países bálticos, defendiam uma “derrota estratégica” da Rússia.

“Alemanha, Itália e França estão cada vez mais preocupadas com o fim das hostilidades na Ucrânia o mais rápido possível”, disse Depetris.

O analista lembrou a declaração do ex-secretário de Estado norte-americano Henry Kissinger, que pediu que Kiev iniciasse negociações com Moscou nos próximos meses “para evitar choques difíceis de superar”.

“Zelensky pode zombar da ideia de um cessar-fogo, mas à medida que a luta se arrasta, ele não pode ignorar um cenário em que alguns líderes ocidentais que agora são firmes defensores da Ucrânia começarão a reconsiderar suas políticas”, concluiu.

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