Pastores da Igreja Universal acusados de terem estuprado e queimado vivo adolescente vão à juri popular

Lucas (foto superior), abaixo a partir da esquerda: Sílvio Galiza, Joel Miranda e Fernando da Silva

Os pastores Joel Miranda e Fernando Aparecido da Silva são suspeitos de terem estuprado e queimado vivo o adolescente de 14 anos, Lucas Terra, após um culto na Igreja Universal do Reino de Deus, em Salvador, na Bahia, em 2001. O pastor Sílvio Galiza foi o único condenado no caso e os outros dois ainda aguardam o julgamento. Caberá ao Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) escolher a data.

O caso

Lucas foi estuprado e queimado vivo. Seu corpo foi encontrado carbonizado em um terreno baldio e apresentava sinais de violência sexual.

Segundo contou o pai de Lucas na época, José Carlos Terra, o motivo do crime foi o fato do filho ter flagrado Joel e Fernando fazendo sexo. O pai morreu em fevereiro deste ano, aos 65 anos, com uma parada respiratória em decorrência de uma cirrose hepática.

Sílvio Galiza

Silvio Galiza foi condenado em 9 de junho de 2004 à 23 anos e 5 meses, e após recorrer da decisão foi reduzida para 18 anos e depois para 15 anos.

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