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Vaza Jato – Após o afastamento de Moro, Intercept se prepara para ofensiva da PF

Com o afastamento do ex-juiz  e agora ministro da Justiça, Sérgio Moro – que está de licença nos EUA, abre-se a possibilidade para uma grande ofensiva da Polícia Federal contra a Intercept, pela publicação das mensagens trocadas entre procuradores da Força Tarefa com o ex-juiz Sérgio Moro e outros personagens da chamada ‘Operação Lava Jato”.

Visando antecipar esta ação ilegal contra a liberdade da imprensa, o próprio Intercept, em texto mostra a quantidade de veículos de imprensa que já atestaram a veracidade dos materiais publicados:

Após as primeiras reportagens sobre as mensagens, publicadas pelo Intercept, no dia 9, Moro e os procuradores reagiram defendendo sua atuação na Lava Jato, mas sem contestar a autenticidade dos diálogos revelados.

Depois de alguns dias, passaram a colocar em dúvida a integridade do material, além de criticar o vazamento das mensagens. Até agora, porém, Moro e os procuradores não apresentaram nenhum indício de que as conversas reproduzidas sejam falsas ou tenham sido modificadas.

Até hoje – depois de cinco semanas e mais de uma dúzia de artigos publicados por Intercept, Folha, Veja e pelo jornalista Reinaldo Azevedo em seu blog e em seu programa na rádio Bandnews FM –, Moro e a força-tarefa não apontaram um único indício de adulteração ou inautenticidade nas mensagens publicadas pelos diferentes veículos.

O que ocorreu foi justamente o oposto. Diferentes veículos de mídia, de diferentes orientações e com credibilidade reconhecida confirmaram o conteúdo publicado. Além dos nossos parceiros já citados, El País, Correio Braziliense, Buzzfeed News investigaram o conteúdo e atestaram, a partir de evidências concretas e segundo os métodos jornalísticos tradicionais, sua veracidade.

Apesar da abundância de provas da autenticidade do material, publicadas pelos diferentes veículos, diversas fontes disseram ao Intercept ao longo dos últimos dias que a Polícia Federal, durante o afastamento do ministro Sergio Moro, está considerando realizar essa semana uma operação que teria como alvo um suposto “hacker”, que hipoteticamente seria a fonte do arquivo. Esse suposto hacker seria estimulado a “confessar” ter enviado o material ao Intercept e o adulterado.

Essa tática equivocada fracassará. A razão é simples: as evidências provando a autenticidade do material são tão grandes, e oriundas de tantas fontes de credibilidade conhecida, que nenhuma “confissão” do tipo seria verossímil.

Os sinais que essa ação possa acontecer fica evidente se verificar os diversos sites e perfis de extrema direita. Apesar da iniciativa de Glenn Greenwald em denunciar as ameaças na imprensa internacional,  será preciso redobrar os esforços em divulgar os materiais ainda mais comprometedores, para colocar os aparelhos repressivos na defensiva.

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