Cruz Vermelha desmente sua presença nas fronteiras com a Venezuela

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As autoridades venezuelanas informaram atos de provocações que ocorreram na fronteira com a Colômbia para justificar uma intervenção estrangeira no país. | Foto: Reuters

A Cruz Vermelha alertou que o uso ilegal de seu emblema pode “colocar em risco nossa neutralidade, imparcialidade e independência”.

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) denunciou no sábado que indivíduos não afiliados a suas missões usaram ilegalmente seu emblema nas fronteiras da Venezuela com a Colômbia e o Brasil .

Por meio de sua conta no Twitter, a entidade explicou que as pessoas não autorizadas para suas missões na Colômbia e na Venezuela usavam seu símbolo. “Nós pedimos que você pare de fazer isso”, escreveu ele.

Além disso, eles alertaram que essa ação pode “colocar em risco nossa neutralidade, imparcialidade e independência”.

Por seu turno, a chefe da delegação da Cruz Vermelha para a Venezuela e da Comunidade dos Estados do Caribe (Caricom), Laetitia Courtois, destacou que “o respeito pelo emblema da Cruz Vermelha é essencial para o nosso trabalho”.

Da mesma forma, o ministro venezuelano das Relações Exteriores, Jorge Arreaza, publicou essa situação em sua conta no Twitter.

“Outra farsa perigosa que a comunidade mundial deve condenar”, disse ele.

O chefe da delegação da Cruz Vermelha na Colômbia, Christoph Harnisch, já havia anunciado dias atrás que não distribuiria a suposta “ajuda humanitária” enviada pelos Estados Unidos (EUA) porque “não participamos daquilo que não é para nós uma ajuda humanitária “.

Do Telesur

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