Escândalo revelado pela Folha faz Bolsonaro exonerar o ministro picareta do turismo

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Arquivo: Agência Brasil

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio (PSL-MG) é exonerado do cargo, mas ele garante: “Eu volto ao cargo amanhã”, afirma ele.

“Tive que ser exonerado apenas para tomar posse como deputado federal, como exige a lei. Depois disso, devo ser renomeado”, diz.

Sua explicação: uma “pequena cirurgia” e ficou de licença médica por 12 dias, o que o impediu de assumir o cargo no dia 1º.

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Mas será que ele vai voltar?

A Folha de S. Paulo revelou o esquema de desvio de dinheiro do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, para desviar dinheiro público. Marcelo era presidente do PSL em Minas, onde foi, no ano passado, o deputado federal mais votado.

O jornal afirma que ele criou um laranjal com quatro candidatos-laranja, esses candidatos receberam dinheiro do fundo partidário mas, na verdade, não fizeram campanha. Receberam, ao todo, R$ 279 mil. Todas mulheres eram mulheres.

A Folha informa:

O valor representa o percentual mínimo exigido pela Justiça Eleitoral (30%) para destinação do fundo eleitoral a mulheres candidatas.

Daquele valor repassado às quatro candidatos, R$ 85 mil foram parar de quatro empresas de assessores, parentes ou sócios de assessores do agora ministro de Bolsonaro.

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