Guerra das vacinas: Bolsonaro declara que não comprará a vacina da China e prova reações

A negativa do presidente de comprar a vacina produzida da China virou assunto de destaque no ‘Twitter’

guerra de vacina
O ministro da “Saúde” Eduardo Pazuello e Bolsonaro. Carolina Antunes/PR

O presidente da República Jair Bolsonaro conseguiu a proeza de reunir pessoas das mais variadas ideologias políticas ao desautorizar publicamente seu ministro da Saúde, na tarde desta quarta (21), declarando que não vai comprar a vacina produzida em parceria do Instituto Butantan, com cientistas chineses. Devido as desavenças políticas com o ex-aliado, o governador de São Paulo João Doria, Bolsonaro politizou a saúde pública, e desrespeitou as mais de 150 mil mortes no país e o povo brasileiro.

A declaração do presidente, feita nas redes sociais em resposta a comentários de usuários no Facebook, acontece um dia após o Ministério da Saúde anunciar a compra de 46 milhões de doses da vacina CoronaVac.

Bolsonaro afirmou que não gastaria dinheiro do governo em vacina “sem comprovação científica”. Mas gastou milhões para produzir cloroquina nos quartéis com matéria-prima vendida por Trump. Como se não bastasse, o governo continua a charlatanice de receitar a hidroxicloroquina e o remédio para parasitas Ivermectina para o combate da covid-19

Veja o que escreveram no Twitter a respeito da péssima conduta do presidente:

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