Haddad segura o cabresto do Bolsonaro

Na Roma antiga, Calígula nomeou seu cavalo Incitatus como senador, ele possuia 18 assessores, dispunha de fortuna pessoal (colares de pedras preciosas), usava mantas nas cores reservadas ao imperador. Custava caro, mas até que seu mandato saiu barato, porque besteiras pelo menos não fazia.

Porém no Brasil a classe média junto aos evangélicos nomeou uma besta como presidente, e ao contrário de Incitatus custará muito caro a nação.

Em mais um episódio, a “Cavalgadura Máxima” se envolveu em mais uma batalha de Twitter:

Do Pragmatismo Político

Jair Bolsonaro e Fernando Haddad revivem campanha eleitoral e trocam farpas no Twitter por causa de reportagem publicada por jornal alemão

Adversários na disputa do segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad (PT) trocaram farpas neste sábado, 5, pelo Twitter por causa de uma reportagem do portal alemão Deutsche Welle.

Na sexta-feira, Haddad compartilhou o link de um texto intitulado “Brasil, um país do passado”, com críticas fortes a Bolsonaro e às ideias de seus seguidores – entre outras coisas, apontava que “no Brasil, está na moda um anti-intelectualismo que lembra a Inquisição” e que “seus representantes preferem (o pastor) Silas Malafaia a Immanuel Kant (filósofo alemão).

Na tarde deste sábado, Bolsonaro retrucou, também em um post no Twitter, chamando Haddad de “fantoche do presidiário corrupto” e “marmita”.

“A verdade é que o marmita, como todo petista, fica inventando motivos para a derrota vergonhosa que sofreram nas eleições, mesmo com campanha mais de 30 milhões mais cara”, escreveu, completando na sequência que “o PT quebrou o Brasil de tanto roubar, deixou a violência tomar proporções de guerra, é uma verdadeira quadrilha e ninguém aguenta mais isso!”.

Haddad, então, voltou a tuitar apontando o link para o texto do jornal alemão e convidou Bolsonaro para um confronto, lembrando o fato de o rival ter fugido dos debates no segundo turno da eleição, alegando problemas de saúde.

“Na verdade, quem disse isso foi um jornalista da Deutsche Welle, mas se você já se sentir seguro para um debate frente a frente, estou disponível. Forte abraço!”.

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