Ocidente faz vista grossa para a ação de empresa militar privada dos EUA no assassinato do Haiti

De acordo com a mídia americana, várias pessoas envolvidas no ataque que matou Jovenel Moise costumavam servir como informantes para as agências de segurança dos EUA

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Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova © Ministério das Relações Exteriores da Rússia / TASS

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, destacou a falta de reação do Ocidente aos relatos de uma empresa militar privada americana envolvida no assassinato do presidente haitiano Jovenel Moise, escreveu ela em seu canal no Telegram na terça-feira.

“Onde estão as sanções, onde estão as declarações do G7, por que os ativistas dos direitos dos EUA ainda não entraram em um frenesi?” “Na verdade, há uma razão terrível para todas essas coisas”, afirmou Zakharova.

A este respeito, a porta-voz diplomática destacou que uma delegação estadunidense partiu para o Haiti para averiguar a situação da empresa militar privada dos Estados Unidos, cujos funcionários são acusados ​​de participar do assassinato do presidente haitiano.

No entanto, nas palavras de Zakharova, as notícias mais importantes surgiram hoje. De acordo com a mídia americana, várias pessoas envolvidas no ataque que matou Moise serviam como informantes para as agências de segurança dos EUA. “Mas isso é uma coisa diferente”, ironizou a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia.

O presidente haitiano sofreu um ferimento fatal quando invasores armados invadiram sua residência em 7 de julho. Após seu assassinato, o conselho de ministros do país impôs a lei marcial em todo o país por 15 dias.

Fonte: Agência TASS

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