Os dez dias que abalaram o Brasil

Incompetência, despreparo e sem perfil para o cargo esses são os atributos do novo presidente da república que hoje completa dez dias a frente do governo.

Fora esses adjetivos poucos lisonjeiros soma-se as atrapalhadas numa sequência impressionante de anúncios que posteriormente tiveram que ser negados ou desmentidos, a partir de agora, as twittadas com ameaças e grosseirices que foram marcas registradas de sua campanha não será suficiente para ocultar seu despreparo.

Foi justamente essa tática de ataque gratuito sobre os seus adversários que criou um escudo eficiente em torno de si, e ao mesmo tempo graças ao seu discurso de ódio alimentou e incendiou a malta direitista inebriada para levá-lo a vitória sem ao menos a cobrança de um programa de governo minimamente convincente.

Dentre os recuos podemos enumerar a instalação da base americana, a mudança da embaixada para Jerusalém, o desmentido do aumento de juros para casa própria para classe média e o aumento do IOF e assim por diante.

Problemas no preenchimento de cargos são mais uma indicação de seu despreparo para administrar a nona economia mundial.

Os critérios de nomeações por bajulação ou afinidade, mas sem nenhuma qualificação

-A nomeação e a demissão repentina do presidente da Apex, Alex Carreiro por não falar inglês dá início a “bolsa de aposta” para ver quem é próximo da fila.

-O chefe da casa civil Onix Lorenzoni, um político do mesmo estilo de Bolsonaro tem um monte de “esqueleto guardado no armário”, se tornou um enorme telhado de vidro trazendo mais desgaste para o governo recém- empossado.  Utilização de caixa dois e agora com nova denuncia de que utilizou por quase 10 anos notas fiscais frias para receber verbas de gabinete da Câmara parece que seu prazo de validade está espirando.

-A ministra da família Damares Alves é outra figura folclórica que também está começando a trazer grande desgaste ao governo, seus vídeos gravados durante os cultos e o episódio do Jesus subindo na goiabeira virou motivo de escárnio e vergonha. Segundo bastidores de Brasília ela será a bola da vez.

O caso Queiroz

Outro caso que vem arrastando desde antes da posse de Bolsonaro é do ex-assessor Fabrício Queiroz. A mulher e as filhas dele não compareceram ao depoimento do MPRJ e tão pouco Flávio Bolsonaro confirmou se iria depor no ministério público. Agora a pergunta que não quer calar é: Quem pagou a  internação de Queiroz  no Albert Einstein?

Mas uma coisa é certa, as “caneladas e cabeçadas” desse governo daria para fazer um compêndio, porém fora do mundo virtual, o mundo real não há lugar para amadores e incompetentes, a economia e a política estão intrinsecamente interligadas como irmãos siameses, logo em breve esses desarranjos políticos se traduzirão em perdas econômicas!

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