A Anvisa solicita informações adicionais sobre a vacina Sputnik V

Anteriormente, a farmacêutica União Química, parceira do Fundo Russo de Investimento Direto, solicitou autorização para realizar a terceira fase dos ensaios clínicos da vacina no país
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) solicitou informações adicionais sobre a vacina russa contra o coronavírus Sputnik V. A informação é de acordo com nota divulgada no site da agência, divulgada nesta sexta-feira.

Anteriormente, a farmacêutica União Química, parceira do Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF), solicitou autorização para realizar a terceira fase dos ensaios clínicos da vacina no país.

“A Anvisa já começou a analisar os dados obtido], mas revelou a necessidade de informações adicionais, que solicitaram ao laboratório”, disse a assessoria de imprensa do regulador.

No final de dezembro, a União Química solicitou à Anvisa a permissão para realizar a Fase Três dos ensaios clínicos da preparação russa no país. Este é um pré-requisito para o registro de qualquer medicamento no Brasil. Em seguida, o departamento disse que, a julgar pela experiência de considerar aplicações anteriores, uma decisão sobre a vacina russa pode ser divulgada em 72 horas.

Na quarta-feira, a assessoria de imprensa da empresa anunciou o recebimento de um lote de componentes da Rússia para a fabricação da vacina Sputnik V, que, conforme foi especificado, será produzida nas fábricas de Brasília (distrito federal) e Guarulhos (SP). A farmacêutica já havia divulgado planos da empresa de solicitar ao regulador o uso emergencial da vacina no Brasil, o que permitirá a inclusão do medicamento no plano nacional de vacinação.

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