Comunistas sul-africanos dizem que a emancipação das mulheres só é possível com o fim do capitalismo

comunismo

Partido Comunista da África do Sul (SACP) marcou o início do Mês da Mulher ao afirmar que o fim do sistema capitalista de exploração era necessário para acabar com a opressão das mulheres.

Na segunda-feira (09/08), foi comemorado o aniversário da Marcha das Mulheres de 1956 em Pretória, que viu 20.000 se juntarem à luta contra o apartheid – o partido destacou “100 anos de luta comunista ininterrupta pela igualdade, democracia popular e desenvolvimento humano”.

O SACP disse que a luta “contra a opressão patriarcal e a desigualdade de gênero está longe do fim”.

Apelamos para a “luta antipatriarcal pelo poder do povo desde o nível da comunidade ao estado, na família e nas instituições culturais… na economia” e em todos os setores da sociedade.

O Covid-19 atingiu as mulheres sul-africanas de forma desproporcional, disse o partido, revertendo muitos dos ganhos obtidos durante a revolução democrática.

As mulheres possuem maior probabilidade de perder seus empregos do que os homens devido à natureza insegura do emprego.

O peso da responsabilidade pelo cuidado dos filhos e tarefas domésticas também recai desproporcionalmente sobre as mulheres, acrescentou.

“O SACP é solidário com as mulheres em todo o mundo que lutam por sua liberdade contra as forças imperialistas”, disse o partido.

Fonte: Morning Star

Compartilhar:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

error: Content is protected !!