Coronavírus causa maior paralisação de fábricas desde a Segunda Guerra Mundial nos EUA e Europa

Rua praticamente vazia na região central de Beijing, China – Thomas Peter/Reuters

O impacto econômico do crescente surto de coronavírus está mudando de indústrias voltadas para serviços, como hotéis e restaurantes, para o setor de manufatura de ambos os lados do Atlântico, levando a um desligamento sincronizado da indústria pesada, que historiadores e especialistas do setor dizem que é diferente de qualquer outro visto desde a década de 1940.

As montadoras nos EUA e na Europa estão desativando as fábricas em resposta à crise, ecoando a paralisação industrial na China que reverberou pelas cadeias de suprimentos globais no início deste ano e acrescentando que uma recessão global já está em andamento.

Também pode justificar a declaração do presidente Donald Trump na quarta-feira de que ele se tornou um “presidente de guerra” liderando a luta contra um “inimigo invisível” – o vírus.

Entre as medidas de Trump estava sua autorização de poderes sob a Lei de Produção de Defesa, que foi estabelecida na época da Guerra da Coréia para permitir que o governo direcionasse a capacidade industrial. Larry Kudlow, seu principal consultor econômico, disse mais tarde à Fox News que o governo já estava em discussões com a General Motors Co. e outras montadoras para começar a produzir ventiladores vitais para o tratamento das pessoas afetadas pelo vírus.

Tal movimento para reequipar e mudar a produção drasticamente ecoaria na transformação industrial vista na década de 1940, quando as fábricas deixaram de produzir bens de consumo como carros para produzir tanques e armas para o esforço de guerra nos dois lados do Atlântico.

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