Coronavírus comparado às pandemias mais mortais da história

Segundo especialistas, a pandemia do novo coronavírus ainda não pode ser comparada com outras epidemias na história da humanidade

A Gripe Espanhola foi uma das piores pandemias da história, causando a morte de 50 milhões de pessoas, entre 1918 e 1919.

Segundo os especialistas do Deutsche Bank, o surto de COVID-19 ainda não está incluído nas vinte pandemias mais mortais. Os analistas levaram em consideração 23 pandemias que mataram pelo menos 100 mil pessoas, após o que compararam as taxas de mortalidade.

Nos últimos cem anos, a gripe “espanhola” foi reconhecida como a mais perigosa, dos quais 50 milhões de pessoas morreram em 1918-1919 – 2,73% da humanidade.

Mas, em primeira lugar na linha da classificação de todos os tempos está a pandemia da praga de 1347-1351. Conhecida como a “peste negra” que matou 50 milhões de pessoas, o que equivale na época à 2/3 da população européia, ou 28,5% da população mundial.

A Aids, com os primeiros casos identificados nos EUA, segundo Unaids, 32 milhões de pessoas morreram de doenças relacionadas ao vírus desde o início da epidemia (até o fim de 2018).

Segundo os dados mais recentes, o coronavírus matou mais de 189 mil pessoas, o que representa 0,0002% da população mundial.

É preciso ressaltar que a pandemia do Covid-19 ainda está na fase inicial e segundo especialistas, ainda teremos que conviver por muito tempo com o novo coronavírus até que se desenvolva uma vacina e um tratamento mais eficaz e portanto, o vírus continuará matando muitas pessoas.

E mais um alerta: cientistas da China disseram que o coronavírus poderá se tornar mais agressivo devido a mutações.

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