Estudo na Argentina mostra segurança na combinação do Sputnik V com outras vacinas

Segundo o governo, 41,6% dos participantes do estudo não tiveram complicações após a segunda vacinação

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AP Photo/Gustavo Garello

Um estudo realizado na Argentina não revelou quaisquer efeitos colaterais graves ao combinar o primeiro componente da vacina russa contra o coronavírus Sputnik V com medicamentos da AstraZeneca e Sinopharm, anunciou o governo da província de Buenos Aires nesta sexta-feira.

“O Ministério da Saúde da província de Buenos Aires informa que, de acordo com resultados preliminares, durante o estudo de segurança em andamento da combinação da vacina Sputnik V com os medicamentos AstraZeneca e Sinopharm, nenhum efeito colateral grave foi identificado”, anunciou o governo.

Segundo o governo, 41,6% dos participantes do estudo não tiveram complicações após a segunda vacinação.

“8,4% relataram febre e dores nas costas, 50% relataram dor no local da injeção”, disse o Ministério da Saúde.

De acordo com o ministério, a idade média dos participantes do estudo, que começou no dia 7 de julho, é de 49 anos. Ainda não foram obtidos dados sobre a eficácia da combinação de vacinas.

Até o momento, 24.919.053 pessoas foram vacinadas com a primeira dose na Argentina, 6.865.086 pessoas receberam os dois componentes. Na Argentina, o Sputnik V é usado para imunizar a população, ao lado dos medicamentos da AstraZeneca e da Sinopharm.

Fonte: TASS

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