Eduardo recua e diz que foi mal interpretado

Como todo covarde o deputado federal fez recuo, e concedeu entrevista para dizer que não há um plano em curso para voltar ao um regime de ditadura. Eduardo, no entanto, não só defendeu o AI-5 caso a esquerda ‘continuasse a pressionar’, como publicou outro vídeo reforçando a ideia e postou um discurso de seu pai elogiando o torturador Ustra

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Reprodução.

O líder do PSL na Câmara, deputado Eduardo Bolsonaro (SP), pediu desculpas e disse que não há “qualquer possibilidade de retorno do AI-5”, em um vídeo veiculado em sua rede social horas depois de ter ido ao ar uma entrevista dele na qual aventou a possibilidade de o governo do seu pai, Jair Bolsonaro, lançar mão desse instrumento da ditadura militar, caso a esquerda radicalize em sua atuação no país, fala essa que gerou forte reação pública ao longo desta quinta-feira.

“Primeiro de tudo, não existe qualquer possibilidade de retorno do AI-5 e a minha posição é bem confortável. Eu não fico nenhum pouco constrangido de pedir desculpa a qualquer tipo de pessoa que tenha se sentido ofendida ou imaginado o retorno do AI-5. Esse não é o ponto que nós vivemos hoje, no contexto atual do Brasil”, disse ele, em vídeo no seu Facebook.

“A gente vive um regime democrático, nós seguimos a Constituição. Inclusive esse é o cenário que me fez ser o deputado mais votado da história. Então não tem por que de eu descambar para o autoritarismo, eu tenho a meu favor a democracia”, acrescentou.

“Agora é óbvio que a oposição vai tentar pegar esteira na minha fala para tentar me pintar como ditador. Pode ter sido até uma resposta infeliz, se pudesse refazê-la faria sem citar o AI-5 para não dar essa polêmica toda”, completou ele, ao ressalvar que parlamentares têm garantido pela Constituição direito a imunidade de opiniões, palavras e votos.

Fonte: Agência Reuters

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