O limite da crueldade humana, Junko Furuta torturada e morta após 41 dias de cativeiro

Da redação do OPP

Confesso que não foi nada fácil escrever este texto á respeito do revoltante e triste destino de Junko Furuta. Eu havia lido à respeito desse crime bárbaro há muitos anos, mas havia muitas contradições, e muitos detalhes permanecia envolto sob uma névoa de mistério, pois havia uma certa lei de silêncio devido o envolvimento na história da máfia japonesa – a temida Yakuza. Porém, com a ascensão de grupos de extrema direita no poder em vários países, e sua tentativa de justificar e naturalizar a tortura, inclusive, o presidente do Brasil – Jair Bolsonaro, vive elogiando generais criminosos como Pinochet, o pedófilo e traficante General Stroessner, assim como a versão brasileira do “exemplar” torturador e estuprador, o falecido coronel Brilhante Ustra, então resolvi relatar esta história.

Há na internet vários relatos e versões do caso, fiz uma busca nos poucos documentos da época para fazer um cruzamento dos dados, e também relatar no final os destino dos quatro principais criminosos e como vivem hoje em dia. Portanto, para pessoas sensíveis, solicito que parem por aqui a leitura, pois o que vem a seguir é algo assombroso e inacreditável, se não fosse verdade!

O ambiente

O Japão é um país considerado bastante seguro para viver, porém essa tranquilidade de vez em quando é quebrada por crimes terrivelmente cruéis, de um grau de perversidade poucas vezes vistas.

O perfil dos japoneses é bem conhecido, normalmente são educados, tímidos e dificilmente se envolve em confusões. Talvez essa personalidade um tanto quanto retraída e até mesmo reprimida pela sociedade pode esconder um monstro a procura de dar vazão aos seus piores instintos!

Junko Furuta

Junko Furuta era uma colegial de 17 anos. Uma aluna exemplar, que se destacava pela boa conduta e interesse nos estudos pois desejava terminar o colegial e ingressar na faculdade. Muitas pessoas gostavam dela, mas também despertava muita inveja devido a sua beleza e conduta exemplar, por sempre rejeitar o álcool e as drogas; diferente da maior parte dos seus colegas de classe. Em suma, Junko era uma filha que todos os pais gostariam de ter.

A pequena cidade de Misato  fica horrorizada com o sumiço de Junko

O motivo

Segundo alguns relatos da imprensa sensacionalista, Hiroshi Miyano na época com 18 anos, e principal culpado, havia ficado muito revoltado por ela ter se recusado a namorar com ele. Com exceção de Junko Furuta, ninguém na escola ou mesmo seus pais havia ousado a contrariar Miyano, por ser um indivíduo de temperamento violento e devido a suas conexões com a máfia japonesa Yakuza. A partir desse episódio fica fácil de imaginar o destino de uma garota que se atreveu a recusar um membro da máfia Yakuza. Ele não suportava essa humilhação, ele iria vingar de qualquer maneira, custe o que custasse! Porém essa versão não se sustenta! Isso fica claro na sentença dos acusados.

Junko Furuta foi escolhida de modo aleatório, ela estava passando no lugar errado na hora errada!  Ao contrário de outros casos em que os delinquentes estuprava a moça e depois a liberava, com Furuta aconteceu ao contrário!

Neste ponto, ficamos na mera suposição. Talvez ela pudesse identificar ou conhecer alguém do grupo por isso ela ficou retida e levada ao cativeiro. Porém, em um trecho da sentença é relatado que o réu A – (Miyano) alega que foi derrotado no jogo Mahjong pela vítima E – Junko Furuta enquanto ela estava no cativeiro. Talvez a partir daí estava decretada a sua sentença de morte!? Não! Isso era apenas uma tentativa do réu de justificar sua participação no crime. O fato e quem a garota já estava sofrendo violências terríveis, que cedo ou tarde ia resultar em sua morte.

Eis alguns trechos traduzido da sentença, em que o juiz Ryūji Yanase afirma:

Nesses casos, a gravidade do incidente, a brutalidade e a desumanidade podem ser vistas com clareza, e diante da punição está a razão da realização da justiça social, e a Lei de Menores.

É um crime brutal, e sua crueldade são difíceis de encontrar no passado.

Eles foram socialmente egocêntricos não importando com os sentimentos e sofrimentos de “E”  (Junko Furuta)!

Extremamente cruéis e implacáveis com estupros e humilhações extraordinárias!

Diante desses trechos da sentença fica claro que eles possuíam comportamento anti-social, e eram extremamente cruéis e não havia “nenhum motivo” que pudessem justificar os fatos que a seguir serão relatados.

O desfecho trágico relatado a seguir, significou um “avanço” das etapas anteriores dos atos criminosos desses delinquentes. Em outras palavras, se antes eles apenas contentavam em roubar e estuprar as vítimas, agora eles iriam mais além!

O rapto

No dia 25 de novembro de 1988 por volta das 20h30, Miyano e seu amigo Minato (15 anos) pilotavam com suas scooters por Misato (província de Saitama), com a intenção de roubar e estuprar mulheres locais, quando eles avistaram Furuta, que estava retornando para casa após o término do trabalho de meio período. Em combinação com Miyano, Minato se aproximou de Furuta atingiu sua bicicleta levando-a ao chão e imediatamente fugiu do local. Miyano, fingindo querer ajudá-la, se aproximou e ofereceu para levá-la para casa em segurança.

No caminho Miyano a forçou a entrar em  um armazém nas imediações, onde ele a ameaçou matá-la e afirmou que era membro da Yakuza e ela deveria fazer tudo que ele quisesse. Miyano a estuprou e posteriormente a levou a um hotel onde mais uma vez abusou sexualmente. Do hotel, Miyano ligou para Minato e seus outros amigos, Jō Ogura e Yasushi Watanabe, para contar sobre o estupro. Ogura pediu então a Miyano para mantê-la até eles chegarem para que todos pudessem também estuprá-la. O grupo já havia cometido estupro coletivo e havia recentemente sequestrado e estuprado uma outra garota, embora todas as vítimas tenham sido libertada depois.

Por volta das 3:00 da manhã, Miyano leva Furuta há um parque próximo, onde Minato, Ogura e Watanabe , todos embriagados estavam esperando. Eles disseram a ela que eles sabiam onde ela morava (havia anotação do endereço no caderno em sua mochila) e que a Yakuza mataria toda sua família se ela tentasse escapar. Ela foi então levada para uma casa em Adachi na região de Tóquio, onde foi estuprada seguidamente em grupo.

O mais surpreendentemente dessa história, é que ela estava na casa de um dos agressores, onde seus pais também moravam. Eles a princípio não tinham conhecimento sobre o que estava acontecendo. Eles pensaram que Junko era namorada do filho, mas depois que perceberam que era um rapto, optaram pelo silêncio. A Mãe e pai, tinham medo do próprio filho que era ligado a Yakuza, e os ameaçava.

A casa em questão, pertencia aos pais de Minato, e logo se tornou  ponto de encontro regular da gangue.

Casa de onde Junko ficou em cativeiro por 41 dias

Para evitar busca pela policia, os sequestradores coagiram Furuta a ligar para a mãe e dizer que ela havia fugido de casa, mas estava com ” uma amiga ” e não estava correndo perigo.  Evidentemente, os pais por conhecer a atitudes de sua filha, não ficaram convencidos, e em 27 de novembro contataram a polícia sobre o desaparecimento de sua filha. Porém, a polícia não tinha qualquer pista de seu paradeiro.

Os quatro criminosos

Torturas e perversões sem limite

E o que aconteceu com a garota, e como ela conseguiu sobreviver por 41 dias diante de torturas atrozes, que pouca gente suportaria por muito menos tempo?

A partir do momento de sua captura, eles a estupraram repetidamente por diversas vezes, sodomizaram e torturaram-na por um período de 41 dias até sua morte.

Os maníacos se revezavam violando a garota da maneira mais cruel possível, depois zombavam dela como se ela fosse uma criminosa e merecesse algum tipo de punição. Vários tipos de objetos foram introduzidos em diferentes lugares … era abjeto. Não é preciso muito esforço para entender o quão terrível era a situação da garota!

A menina também foi espancada, foram tacos de golfe e barras de ferro, ela também foi queimada em diferentes partes do corpo. Comeu baratas, não recebia água – na realidade, ela viveu um verdadeiro um filme de terror. Além disso, a menina foi forçada a se auto-satisfazer diante desses monstros. Posteriormente, com a investigação ficou evidente que cerca de 100 pessoas sabiam onde a garota estava, pois eles tiveram alguma participação nas violências sexuais.

Abaixo segue as descrições que a pobre menina passou em seus últimos 41 dias em que foi torturada e abusada sexualmente. Mais uma vez faço a advertência que a partir de agora é melhor que as pessoas mais sensíveis fechem esse material!

A ordem cronológica desse diário pode não ser exatamente como ocorreu, mas foi elaborado de acordo com os depoimentos dos quatro acusados, e há que se levar em consideração que em diversas vezes esses monstros estavam bêbados e ou drogados, mas todos os fatos descritos abaixo são verdadeiros.

O diário das torturas

Primeiro dia: 25 de novembro de 1988 – O rapto

Mantida em cativeiro em casa, a princípio foi obrigada a fingir que era uma das namoradas de um dos raptores;

Desde o primeiro dia sofre violência sexual, e durante o cativeiro mais de 100 homens membros da Yakuza, estupraram Junko, em um total de 500 vezes. Em uma ocasião, foram 12 homens em um único dia;

Forçada a ligar para os pais e dizer que ela fugiu de casa;

Fome e desnutrição;

Obrigada a comer barata para se alimentar e beber sua própria urina;

Forçada a se despir na frente dos outros;

Forçada a se masturbar;

Queimada com isqueiros e a introdução e disparo fogos de artifício em seus ouvidos, boca, vagina;

Objetos estranhos foram inseridos em sua vagina e ânus;

Sexto dia: 1 de dezembro de 1988: Espancada severamente inúmeras vezes;

O rosto é seguro contra o chão de concreto e em seguida um dos torturadores pula sobre ele;

As mãos amarradas ao teto e ao corpo usado como saco de pancadas até que os órgãos internos danificados fizessem o sangue escorrer da boca;

Nariz quebrado por socos e cheio de tanto sangue a ponto de ela só conseguir respirar pela boca;

A brutalidade dos ataques alterou drasticamente a aparência de Furuta. Seu rosto estava tão inchado que era difícil distinguir suas feições. Seu corpo também estava gravemente aleijado, emanando um forte odor apodrecido que fazia com que os quatro delinquentes perdessem o interesse sexual por ela.

Forçada a ficar deitada de barriga para cima, enquanto seus agressores deixavam cair halteres sobre o estômago;

Vomitava quando tentou beber água (o estômago dela já não podia aceitar alimentos e bebida);

Tentou escapar e foi punida tendo os braços queimados por cigarro;

Em uma nova tentativa de fuga, como punição, foi derramado líquido inflamável usado para recarga de isqueiro sobre seus pés e pernas, e depois foi aceso o fogo;

Suas pernas foram queimadas como punição pela tentativa de fuga

Frasco foi inserido no ânus, causando séria lesão;

Décimo sexto dia: 10 de dezembro de 1988: Incapaz de andar adequadamente devido a queimaduras graves nas pernas;

Espancamento com varas de bambu;

Fogos de artifício inseridos no ânus e acesos;

Mãos esmagadas por pesos e unhas quebradas;

Espancamento com taco de golfe;

Cigarros inseridos na vagina e forçada beber sua própria urina para não morrer de sede enquanto seus algozes se divertiam com a cena;

Espancamento com varas de ferro repetidamente;

Forçada a dormir nua na varanda em pleno inverno;

Espetos de frango grelhado inseridos em sua vagina e ânus, causando sangramento;

Trigésimo dia: 24 de dezembro- Tortura com cera quente pingado em seu rosto;

Pálpebras queimadas pelo isqueiro;

Introdução de agulhas de costura na área de seus seios;

Amputação do mamilo esquerdo com um alicate;

Inseriram uma lâmpada ainda quente na vagina, que quebrou dentro, causando ferimentos graves;

Sangramento intenso da vagina devido à inserção de tesoura;

Devido aos graves ferimentos era incapaz de urinar adequadamente;

Os ferimentos foram tão graves que levou mais de uma hora para ela se arrastar para baixo e usar o banheiro;

Os tímpanos severamente danificados;

Devido às torturas terríveis o tamanho de seu cérebro ficou extremamente reduzido;

Até objetos pontiagudos foram introduzidos na infeliz em sua vagina e ânus: eram tesouras e espeto em brasa de uma churrasqueira. Os monstros apagaram cigarros sobre ela e atearam fogo nele. Ela implorou para matá-la, queria se livrar do tormento o mais rápido possível, mas ninguém a ouviu!

Trigésimo oitavo dia: 1 de janeiro de 1989: Ela implora aos seus torturadores para “matá-la e acabar logo com aquele sofrimento”;

Junko passa o ano novo sozinha, com o corpo totalmente mutilado era incapaz de se mover do chão;

Quadragésimo primeiro dia: quarta-feira, 4 de janeiro de 1989: Os quatro monstros espancaram seu corpo mutilado com uma barra de ferro, usando como pretexto a perda no jogo de Mahjong. Ela estava sangrando em profusão pela boca e pelo nariz. Eles colocaram a chama de uma vela no rosto e nos olhos dela.

Então, derramaram um fluido inflamável sobre as pernas, braços, rosto e a barriga, e depois a incendiaram. Essa tortura final durou duas infindáveis horas.

Enfim a morte

Junko Furuta morreu mais tarde naquele mesmo dia, agonizando e sozinha. Nada pode comparar os 41 dias de terror e sofrimento que ela teve que suportar, humilhada como se sua vida não valesse nada.

Ela esperou muito tempo por sua morte

A chance de escapar do Inferno

Houveram dois momentos que foram cruciais para uma possível fuga de Junko

A primeira vez foi quando um dos convidados chamado por Hiroshi, chocado com tamanha crueldade, foi embora e contou o que acontecia para seu irmão mais velho. O irmão contou aos pais, que ligaram para a polícia.

Dois policiais bateram à porta da casa de Minato. Os presentes negaram a presença de Junko, até mesmo convidaram os oficiais a entrarem. Eles consideraram isso o suficiente para assumir que, realmente, não havia nada de anormal e foram embora. Se os policiais tivessem entrado, poderiam ter salvado Junko 16 dias após o sequestro.

Na segunda vez, a própria Junko tentou ligar para a polícia. Infelizmente, foi pega antes que pudesse falar qualquer coisa.

Como uma forma de punição, os garotos banharam as pernas de Junko em líquido inflamável, colocando fogo e deixando sua vítima agonizar.

O destino final, o corpo descartado dentro de um tambor

Como foi relatado anteriormente, em 4 de janeiro de 1989, Furuta morreu após os criminosos a incendiarem.

No dia seguinte os delinquentes então embrulharam seu corpo em cobertores e o embalaram em um tambor de óleo junto com concreto. O tambor foi então jogado no que é hoje o Wakase Park.

A polícia encontrou o tambor contendo o corpo de Furuta muito tempo depois. Ela foi identificada através de impressões digitais.

A autópsia determinou todos os danos que eles lhe causaram até a sua morte ela. Sua mãe desmaiou ao ouvir os detalhes do crime durante o julgamento e precisou ser submetida a um tratamento psiquiátrico.

A investigação se arrastou por muito tempo, no começo todo mundo tinha medo de dar nomes, porque havia uma menção à Yakuza.

A prisão

Em 23 de janeiro de 1989, Hiroshi Miyano e Jō Ogura foram presos pelo estupro coletivo uma jovem de 19 anos que haviam sequestrado em dezembro. No dia 29 de março, dois policiais foram interrogá-los, pois várias roupas íntimas de mulheres haviam sido encontradas em seus endereços. Durante o interrogatório, um dos policiais levou Miyano a pensar que sabia do assassinato de Furuta. Pensando que Jō Ogura havia confessado o crime, Miyano disse à polícia onde encontrar o corpo de Furuta.

A prisão de Yasushi Watanabe, Nobuharu Minato e o irmão de Minato se seguiu.

Um tribunal mais tarde condenou os delinquentes (devido a lei de proteção à menores, foram utilizados letras para identificar os réus na sentença) a diferentes sentenças de prisão: Réu C – Minato, de cinco à nove anos; Réu B – Ogura Jó (Kamisaku Jō), de cinco à 10 anos; e Réu A – Miyano Hiroshi (Yokoyama Hiroshi) 20 anos. O quarto delinquente, Réu D – Yasushi Watanabe, então com 16 anos, recebeu uma sentença de cinco à sete anos (ver pag. 1 da sentença).

Normalmente, o nome de um réu juvenil não é divulgado publicamente. No entanto, a publicação Shukan Bunshun divulgou os nomes no caso Furuta em sua edição de 20 de abril de 1989.

Após três décadas do assassinato de Junko, novos crimes foram cometidos pelos assassinos

Shinji Minato

Na tarde de 19 de agosto, Shinji Minato bateu em um funcionário da empresa de 32 anos no ombro direito com um bastão de metal em uma estrada na cidade de Kawaguchi. Ele também cortou a garganta da vítima com uma faca. Segundo a polícia, a vítima foi transportada para um hospital em estado consciente, com ferimentos leves.

No momento da prisão de Minato, 45, os meios de comunicação forneciam – como é muito comum – pouca informação sobre ele, apenas dizendo que ele estava desempregado. No entanto, agora se sabe bastante sobre ele: ele foi um dos quatro jovens condenados pelo assassinato de Junko Furuta, 17 anos, cujo cadáver foi encontrado embalado em concreto dentro de um tambor de óleo.

Minato é o terceiro dos quatro assassinos condenados a serem presos novamente.

Ogura atualmente Kamisaku Jō

Cinco anos após sua libertação da prisão em 1999, Ogura foi preso novamente por agredir e confinar o gerente de um clube anfitrião de “lanches”. Ele foi condenado a um mandato de quatro anos, que concluiu em 2009.

Miyano

Depois que Miyano foi libertado da prisão em 2009, ele mudou seu nome para Hiroshi Yokoyama. Quatro anos depois, ele foi preso por suspeita de fraude.

Watanabe

Watanabe é o único dos quatro a evitar mais problemas com a lei. Ele saiu de cena desde que foi libertado da prisão em 1996, agora vive recluso morando com sua mãe.

 

Durante a sentença, o juiz comentou que “violência excepcionalmente grave e atroz” havia sido infligida à vítima e que Junko Furuta havia sido “assassinada de maneira tão brutal na tenra idade de 17 anos, que sua alma deve estar vagando em tormento”.

 

Fontes: Newsbfc ; tokyoreporter; Japan Time; courts

Filmes: Joshikôsei konkuriito-dume satsujin-jiken (Concrete-Encased High School Girl Murder Case) por Katsuya Matsumura 1995, Shônen no hanzai  (Juvenile Crime) por Gunji Kawasaki 1997 e Konkurîto (Concrete) por Hiromu Nakamura 2004.

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3 thoughts on “O limite da crueldade humana, Junko Furuta torturada e morta após 41 dias de cativeiro

  1. Nossa que coisa mais horrível, jamais pensei houvesse algo parecido! Depois que li esta triste estória eu não consegui dormir a noite. Tantos anos se passaram mas parece tão recente. Que sofrimento passou esta menina!

  2. Simplesmente terrível, não há palavras pelo que aconteceu. Já havia lido a respeito, mas não com a riqueza de detalhe.
    Eu pensava que era 44 dias de cativeiro.

    1. Caro William, grato pelo seu comentário.
      Como havia escrito na postagem, há na rede muitas versões que não condiz com a verdade, uma delas é referente aos dias de cativeiro.
      Se somarmos os dias de novembro do ano de 1989 à partir do dia do desaparecimento – 6 dias, mais 31 dias do mês de dezembro e mais os quatro dias de janeiro teremos o total de 41 dias. Mais uma vez grato pela observação.

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